sustentabilidade

Sustentabilidade

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Sustentabilidade

da carne de bovino no UK não é palavra vã. É o resultado de um conjunto de ações levadas muito a sério.
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A alimentação do gado no UK não retira recursos da natureza

  • A erva representa 70% de toda a alimentação de gado bovino no UK enquanto 17% são provenientes de silagens de outras culturas que não poderiam ter sido introduzidas na alimentação humana. Isso significa que

87% da alimentação do gado no UK, resultam de uma dieta à base de forragens,

ou seja o pastoreio no UK não é de modo algum um factor de de-florestação como acontece noutras partes do mundo, em particular no Brasil.

  • Os sub-produtos de outras actividades como as cascas de cereais utilizadas pelas indústrias alcoólicas representam cerca de 6% da alimentação. Desta forma a actividade pecuária no UK, ajuda a reduzir a pegada ecológica for força da incineração daqueles sub-produtos caso não fossem consumidos pelo gado.
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  • A alimentação animal para obtenção de carne é complementada no final do ciclo com uma pequena quantidade de grãos de cereais na ordem dos 5% que vão favorecer o incremento da proteína e que de outra forma poderiam ter sido utilizados na alimentação humana. Acontece que o gado bovino e ovino é generoso na proteína que fornece ao homem em relação à que é retirada. No caso do gado para produção de carne,

por cada Kilo de proteína retirada ao ciclo de abastecimento da cadeia humana, são devolvidos 1,09Kgs.

ou seja mais dos que foi extraído. Se se trata de actividades de produção leiteira, esse valor cresce para os 1,41Kgs.

  • Em 31 países europeus, o UK é o 5º mais baixo em termos de utilização de antibióticos, só atrás da Noruega, Islândia, Suécia e Finlândia cujos climas mais frios impedem o desenvolvimento bacteriológico. Todavia, a sua utilização reduziu em 53% entre 2014 e 2018 fruto de um rigoroso controle sanitário que só permite a sua utilização para permitir o bem estar animal. A entrada dos animais na cadeia de consumo só é permitida quando for 100% segura.
  • A utilização de hormonas é proíbida no UK e na UE, situação diferente da do continente americano para assegurar crescimentos mais velozes e consequente redução dos custos de produção.